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Tudo começou com o Death Note de Tsugami Ohba, um anime japonês muito interessante, que incentivou o autor a criar um romance de suspense fantástico.

Muito tempo antes, ele leu o O Exorcista, de William Peter Blatty, que também colaborou no sentido de buscar uma linha de trabalho. Um romance muito interessante, onde o medo é criado pela dúvida.

Da mesma forma, Maelna é um suspense que narra uma complexa seqüencia, dentro daquilo que foi visto pelos seus personagens. Se atuam ou não as forças fantásticas, ou se os acontecimentos são obras do acaso, coincidências, ilusões, ou mesmo insanidade, isso vai ficando por conta do leitor decidir.

Como um grande fã de H.P.Lovecraft, Edgar Alan Poe e Stephen King, Maelna é o tributo pessoal de Casagrande ao gênero suspense fantástico, num contexto bastante atual. Com Maelna, Casagrande traz um pouco da ampla cultura gótica às suas páginas sombrias e melancólicas.

A tribo gótica não se limita a vestir roupas estranhas. Há em seu mundo um romantismo envolto por mistérios e criaturas fantásticas e folclóricas. Sua arte, inspirada no mórbido, nos amores intensos e na agonia da ausência, aliados aos tempos passados e tradições de outras épocas,

se enriquece com as admiráveis ações mágicas e extravagantes de seus personagens e de manifestações da natureza, de preferência em ambientes sombrios.

Maelna também trata do pai de todos os medos, Lúcifer, com uma visão muito polêmica, aquela introduzida pelos trabalhos de Aleister Crowley e Anton Szandor Lavey, e se completa com traços sutis do poeta Lord Byron.

O que causa grande conflito às pessoas é que arte gótica, incluindo a literatura, está associada a entidades malignas como lobisomens, vampiros, demônios, e algumas vezes batendo à porta do chefe maior, o próprio Senhor Lúcifer.

O autor coloca sob condicional os padrões da maldade e da bondade, pois essa condicional está intrínseca aos personagens de Maelna, quer isso não seja lá tão bom ou idealista, mas por que na prática, é a grande realidade dos seres humanos na epopéia particular das pessoas pelo seu espaço e por sua sobrevivência.

Maelna não é recomendável para pessoas que se impressionam facilmente. Como disse um músico e velho amigo do autor, a narrativa é muito “punk”, e realmente pode assustar, afrontar e mexer com a cabeça do leitor!

Maelna
& a Presença de Lúcifer

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